CANALHAS… CANALHAS E CANALHA….

Essa é a maior identificação dos que estão contra o Presidente da República e contra o BRASIL… Uma vergonha… Esquecem esses “porcos imundos” que se o Brasil não avançar… Se BOLSONARO não progredir, Todos estaremos na lama,como a Venezuela, Chile e outros que são afetados por esses movimentos ridículos para destruir a Pátria… Cadê os brasileiros, os patriotas cansados de Corrupção, Corruptos e Roubos milionários ?   Querem que voltem, os marginais, os Corruptos  ?

Então temos A ÚNICA opção:  Apoiar JAIR MESSIAS BOLSONADO em qualquer situação… Varrendo esses PTRALHAS  para o fundo do esgoto.

A imprensa de FakeNews como GLOBOSTA e FOLHAFAKENEWS continuam tentando tapar o sol com a peneira tentando justificar a lambança das matérias inverídicas que postaram sem a menor cautela , sem a menor apuração, mesmo sendo  com dados “Roubados” das investigações sob segredo de Justiça:

 

“O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou em postagem nas redes sociais na quarta-feira (30) que o porteiro do condomínio onde tem casa no Rio de Janeiro é “aquele que tem menos culpa nesse crime” -a citação de seu nome no caso Marielle Franco (PSOL).

Reportagem do Jornal Nacional de terça-feira (29) apontou que um porteiro (cujo nome não foi revelado) disse à Polícia Civil que, no dia do assassinato da vereadora, Élcio Queiroz, ex-policial militar suspeito de envolvimento no crime, afirmou na portaria do condomínio que iria à casa de Bolsonaro, na época deputado federal.

Marielle e o motorista Anderson Gomes foram mortos no dia 14 de março de 2018.

A versão foi refutada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, que afirmou que a versão apresentada no depoimento não corresponde aos fatos apurados durante a investigação.

No post, Bolsonaro publicou uma foto de um despacho da Advocacia-Geral da União pedindo à Procuradoria-Geral da República que apure a divulgação de informações no inquérito sobre a morte de Marielle.

No documento, o ministro André Mendonça destacou que houve vazamento em investigação sob segredo de Justiça, “com possível envolvimento de agentes públicos neste ilícito”, o que caracterizaria improbidade administrativa.

O ofício fala ainda em ofensa à Lei de Segurança Nacional, que pune com reclusão de um a quatro anos os crimes de calúnia e difamação da figura do presidente da República. O documento é endereçado ao ministro da Justiça, Sergio Moro, para sua ciência.

Na postagem, Bolsonaro disse que o porteiro é quem menos tem culpa “nesse novo crime”, em referência ao vazamento e a uma possível infração à Lei de Segurança Nacional. Ele também afirmou que “muitas autoridades tiveram acesso a um processo que corria em segredo de Justiça”.

“Com áudios da portaria nas mãos, os responsáveis pela investigação não poderiam citar o então deputado Jair Bolsonaro como possível mandante do crime”, escreveu.

O presidente fez uma transmissão ao vivo em suas redes sociais (Foto: Reprodução/ Facebook Jair Messias Bolsonaro)

O presidente fez uma transmissão ao vivo em suas redes sociais (Foto: Reprodução/ Facebook Jair Messias Bolsonaro)

No dia do assassinato de Marielle, Bolsonaro estava em Brasília, segundo a lista de presença da Câmara dos Deputados.

Na postagem, Bolsonaro afirmou que “querer responsabilizar o porteiro” como único culpado em uma nova investigação em curso, sobre a informação falsa, “não é justo”.

“Por ser uma pessoa humilde pode ter sido induzido a assinar o depoimento”, escreveu. “Muitas autoridades tiveram acesso a um processo que corria em segredo de Justiça.”

No dia da veiculação da reportagem no Jornal Nacional, o presidente acusou o governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC), de ter vazado a informação à TV Globo.

Witzel nega e diz que não teve acesso ao inquérito.

O procurador-geral da República, Augusto Aras, classificou a divulgação do episódio como um “factoide” e afirmou que a menção ao nome do presidente na investigação do caso Marielle já havia sido arquivada pela PGR e pelo Supremo Tribunal Federal.

Nesta quarta, a promotora Simone Sibilio, do Rio, afirmou que a investigação teve acesso a documentos e gravações e que restou comprovado que a informação dada pelo porteiro não procede.

Segundo a Promotoria, há registro de interfone para a casa 65 (enquanto a casa de Bolsonaro é a de número 58), e a entrada de Élcio foi autorizada pelo morador do imóvel, Ronnie Lessa -que está preso sob suspeita de envolvimento na morte de Marielle.

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente, publicou vídeo na quarta, segundo ele gravado na administração do condomínio, apontando que a solicitação de entrada de Élcio havia sido para a casa de Ronnie Lessa, e não para a de Bolsonaro.

Ele reproduziu a ligação registrada às 17h13. O porteiro anuncia a chegada do “senhor Élcio”. A voz do outro lado, diferente da de Jair Bolsonaro, responde: “Tá, pode liberar aí”.”

 

Folhapress

 

 

FILHO DO PRESIDENTE MOSTRA A VERDADE

Vereador no Rio de Janeiro, CARLOS BOLSONARO :

 

O vereador Carlos Bolsonaro publicou nas redes sociais um vídeo que, segundo ele, foi gravado na manhã desta quarta-feira (30) na administração do condomínio na Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, onde seu pai, o presidente Jair Bolsonaro, tem uma casa. Carlos mora em outro imóvel no condomínio.

Carlos Bolsonaro

@CarlosBolsonaro

A Globo, sabendo dos fatos e podendo esclarecê-los, preferiu levantar suspeitas contra o Presidente e alimentar narrativas criminosas. Um simples acesso aos registros internos do Condomínio mostra que no dia 14/03/2018 NENHUMA solicitação de entrada foi feita para a casa 58.

Embedded video

Carlos Bolsonaro

@CarlosBolsonaro

Nos registros, é mostrado que às 17:13, uma solicitação de entrada foi feita por uma pessoa de nome Elcio PARA A CASA 65. NEM ANTES, NEM DEPOIS DESSA LIGAÇÃO há tentativa de contato com Bolsonaro. ÁUDIO MOSTRA A CONVERSA DO PORTEIRO COM OUTRA PESSOA. http://youtu.be/PPWwlV9kz8U 

3,272 people are talking about this

A postagem de Carlos é uma reação à citação do nome de seu pai no caso Marielle Franco, diante do depoimento de um porteiro desse condomínio onde o presidente tem casa no Rio.

Segundo reportagem do Jornal Nacional, o ex-policial militar Élcio Queiroz, suspeito de envolvimento no assassinato de Marielle e do motorista Anderson Gomes em março de 2018, disse na portaria que iria à casa de Bolsonaro, na época deputado federal, no dia do crime.

Os registros de presença da Câmara dos Deputados, no entanto, mostram que Bolsonaro estava em Brasília nesse dia.

No vídeo desta quarta-feira, Carlos acessa um computador no qual está gravada uma série de arquivos de áudio. Ele diz que às 17h13 de 14 de março de 2018, dia do crime, foi feita uma solicitação de entrada, por uma pessoa de nome Élcio, para a casa 65, de Ronnie Lessa (acusado de matar a vereadora Marielle Franco).

Segundo o vereador, não houve, antes ou depois, tentativa de contato com a casa de Jair Bolsonaro. No vídeo, Carlos reproduz a ligação registrada às 17h13. O porteiro anuncia a chegada do “senhor Élcio”. A voz do outro lado responde: “Tá, pode liberar aí”.

“Eu estou tendo acesso a esse tipo de documento porque eu sou morador do condomínio, então não tem problema nenhum”, afirma Carlos. Ele diz que gravou o vídeo para mostrar que “há alguma coisa errada” nas informações repassadas para a TV Globo.

Segundo o depoimento do porteiro à Polícia Civil do Rio de Janeiro, o suspeito pediu para ir na casa de Bolsonaro e um homem com a mesma voz do presidente atendeu o interfone e autorizou a entrada. O acusado, no entanto, teria ido em outra casa dentro do condomínio.

Segundo veiculado no Jornal Nacional, o livro de visitantes aponta que, às 17h10, Élcio informou que iria à casa de número 58. O porteiro disse no depoimento, no entanto, que acompanhou por câmeras a movimentação do carro no condomínio e que Élcio se dirigiu à casa 66, onde mora Lessa.

O porteiro teria ligado novamente para a casa 58; segundo ele, quem atendeu disse que sabia para onde Élcio estava se dirigindo. No depoimento, o porteiro teria dito que, nas duas vezes que ligou para a casa 58, foi atendido por alguém cuja voz julgou ser de Jair Bolsonaro.

Bolsonaro tem duas casas dentro do condomínio -uma de sua família e outra onde reside um de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC). Os investigadores estão recuperando os arquivos de áudio da guarita do condomínio para saber com quem o porteiro conversou naquele dia e quem estava na casa 58, segundo o Jornal Nacional. (Ana Luiza Albuquerque / FolhaPress SNG)

Deixe uma resposta