QUEM É ELE PRA CHAMAR PRESIDENTE DE VAGABUNDO?

Uma vergonha a atitude do deputado federal Delegado Waldir em ofender o Presidente da República com calúnias e inverdades… Eleito na “ONDA BOLSONARO” se não não seria eleito nem a síndico de prédio esse tal de Delegado Waldir recebeu a liderança do partido de EDUARDO BOLSONARO depois que este recebeu mais de 1 milhão e  400 mil votos só em São Paulo…. Era pra ter no mínimo respeito e consideração ao Presidente eleito que o fez ser reeleito usando o nome BOLSONARO e reconhecimento ao colega deputado federal mais votado no país que deu a chance a esse roceiro de Goiás de ser alguém na vida… Ao invés disso, ele se insurgiu contra o Presidente e seu filho mais votado que ele porque não teve os pedidos atendidos como na “VELHA POLÍTICA”, mas vai ter que se encontra com o capitão BOLSONARO, Presidente da República e chamar ele de “vagabundo” o Brasil espera por esse confronto, mas, covarde como ele só, o Delegado Waldir não vai ter coragem de falar essas ofensas na frente de um capitão do Exército Brasileiro… Aí a extrema imprensa aproveita para publicar esse monte de inverdades:

“Em meio ao racha do PSL, o deputado Delegado Waldir (GO), líder do partido na Câmara, foi gravado dizendo que vai implodir o governo de Jair Bolsonaro (PSL). “Vou fazer o seguinte, eu vou implodir o presidente. Aí eu mostro a gravação dele, eu tenho a gravação. Não tem conversa, eu implodo o presidente, cabô, cara. Eu sou o cara mais fiel a esse vagabundo, cara. Eu votei nessa porra, eu andei no sol 246 cidades, no sol gritando o nome desse vagabundo”, disse o deputado.

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Delegado Waldir (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

A reportagem teve acesso ao áudio, revelado pelo site R7. A conversa foi gravada dentro do gabinete do deputado nesta quarta-feira (16).

Em meio a um racha no PSL, escancarado depois de o presidente admitir que pode deixar a legenda, deputados do partido deflagraram uma guerra de listas na noite de quarta-feira (16) para troca do líder na Câmara.

A disputa põe em choque aliados do presidente Jair Bolsonaro e do presidente da legenda, o deputado Luciano Bivar (PE).

Bolsonaro e Bivar estão há mais de uma semana em atrito, depois de o presidente afirmar que o colega de partido está “queimado pra caramba”. Bivar também foi alvo de operação da Polícia Federal que investiga suposto esquema de candidaturas laranjas.

O atual líder da bancada é Delegado Waldir (GO), mas bolsonaristas querem substituí-lo por Eduardo Bolsonaro (SP), filho do presidente, como o jornal Folha de S.Paulo antecipou. Segundo deputados, Bolsonaro atuou pessoalmente para influir no processo.

As versões desencontradas geraram uma confusão no protocolo da Câmara.

A ala bolsonarista entregou uma lista com 27 assinaturas para tirar Waldir do comando da bancada. Uma contra-lista foi então apresentada com 32 deputados.

Como o PSL tem 53 parlamentares, a conta não fecha. O impasse foi instaurado. Como a lista para manter Waldir na liderança foi a última protocolada, é ela que vale por enquanto para a Câmara.

Eduardo já comentou uma eventual substituição. “O meu compromisso aqui é ficar até dezembro, oportunidade em que teremos eleições para o ano que vem”, afirmou em entrevista coletiva, cercado pelo núcleo duro dos bolsonaristas.

As assinaturas, porém, terão de ser checadas pela administração da Câmara para conferir se são autênticas, e o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), tem de chancelar a medida para que ela entre em vigor.

Os deputados de ambos os grupos não mostraram as listas à imprensa.

No lado bolsonarista, a decisão dos congressistas vem na esteira da crise do PSL. Waldir vinha retaliando, desde a semana passada, deputados da ala dissidente, retirando-os de comissões e de posições na liderança do partido.

“A minha intenção é apenas manter o status quo, muitos deputados foram retirados de comissão, ocorreu uma retaliação e pareceu que se estava fazendo política com o fígado”, disse Eduardo.

O filho do presidente também afirmou que sua indicação para ocupar a embaixada do Brasil em Washington é secundária.

“Todos os temas como embaixada, ou viagem para a Ásia, esses são temas secundários, a gente está aqui para cuidar dos nossos eleitores”, afirmou. O mandato seria tampão. Washington está sem embaixador há meses.

Delegado Waldir chegou a dizer publicamente que Bolsonaro estava ligando para deputados para destituí-lo do cargo.

“O presidente está ligando para cada parlamentar e cobrando o voto no filho dele”, disse.

Em conversas reservadas, Bolsonaro tem defendido a necessidade de se criar um movimento maior de apoio a ele e que eleve a pressão sobre Bivar para a realização de uma auditoria externa nas contas do PSL.

A ideia tem sido a de usar eventuais irregularidades nos documentos como justa causa para uma desfiliação de deputados da sigla, o que evitaria perda de mandato.

Como a articulação até agora criou um racha no partido que colocou em risco a pauta de votações no Congresso, a ordem de Bolsonaro a aliados tem sido de que a movimentação seja feita da forma mais discreta possível e que seja intensificada em novembro, quando ele voltar de viagem à Ásia.(Talita Fernandes/FolhaPress SNG)